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2006/1/30 REINVENTAR UN MUNDO MÁS JUSTOBoaventura de Sousa Santos es uno de los sociólogos más prestigiosos e innovadores a nivel internacional. Militante incondicional e impulsor del Foro Social Mundial, sus análisis críticos de la sociedad capitalista son indispensables para comprender las transformaciones del orden mundial, y sus propuestas alternativas de emancipación social revelan una mirada novedosa en el actual panorama del pensamiento teórico social. Es doctor en Sociología del Derecho por la Universidad de Yale, profesor de la Facultad de Economía y director del Centro de Estudios Sociales de la Universidad de Coimbra, Portugal, y profesor en la Facultad de Derecho de la Universidad de Wisconsin, Madison, EE.UU. Es también director de la Revista Crítica de Ciencias Sociales. En Cuba pronto veremos publicado su libro Reinventar la democracia, reiventar el Estado, y ahora, tras ejercer como jurado de Literatura brasileña en el Premio Casa de las Américas 2006, ha recibido dentro de este mismo certamen, para su gran sorpresa, el Premio de ensayo Ezequiel Martínez de Estrada, por su libro La Universidad en el siglo XXI-Para una reforma democrática y emancipadora de la Universidad. "Es un momento muy importante, muy interesante, muy diverso. Nadie tiene la receta, no hay un dogma. No hay una idea sola que sea la correcta, cada país está encontrando su idea. Evo Morales es Evo Morales. Lo estoy ayudando, por ejemplo, porque me pidieron hacer para la Asamblea Constituyente una articulación entre democracia representativa y democracia participativa. Es Evo, no es Chávez, no es Fidel, no es Michelle, no es Tavarés Vásquez. Cada uno está creando su propia idea, adecuada a su país. Y ahora hay que aprender. Sabemos que Chávez y Evo han aprendido de Cuba, ¿va Cuba a aprender de Chávez y de Morales? Espero que sí.
He discutido en mi libro la idea de Estado Experimental. Es exactamente esto, es la idea de que hay varias soluciones, no una sola. En cada Estado se pueden crear las condiciones para la gente si organizaran, no el mercado capitalista, sino otra cosa, un régimen de gente que se organiza en cooperativas autónomas, en comunidades, en microcréditos, y que deciden trabajar por su propia iniciativa cuando hay, por ejemplo, un presupuesto regional o provincial. En vez de haber una solución para todo el país, puede haber una solución por municipio, por provincia, solamente por un año: Vamos a experimentar durante un año y vamos a ver el resultado al final del año. Si es un buen resultado podemos ampliarlo a la otra provincia, si es uno malo, olvídate, vamos a otra. Esa es la experimentación social y política que necesitamos, porque nuestro modelo y nuestra cabeza de Estado moderno, sea capitalista o socialista, es muy centralizada, piensa de arriba y piensa sola. Eso hoy está cambiando. Para poder recoger toda la energía del pueblo hay que diversificar, pero de una manera que no ponga en peligro lo principal, que es mantener la lucha y el proyecto social y político, y para eso hay que hacer experimentación social." 2006/1/29 Ha valido la pena llegar a Caracas. No solo por la experiencia de ver y vivir de cerca la Revolución Bolivariana, también por la excepcionalidad de poder encontrar personas que desde todos los puntos del orbe, cerca de 70 países, se han traído sus motivos y sus sueños.
Defienden los espacios no como una sola voz, sino muchas voces distintas, diversas para de cualquiera de las maneras ir hacia una verdad como un puño: otro mundo es inevitable.
La delegación cubana conformada por más de 800 personas entre los que se encuentran médicos, maestros, deportistas, pioneros, estudiantes de la Federación Estudiantil de la Enseñanza Media (FEEM) y la Federación de Estudiantes Universitarios (FEU), músicos, escritores, intelectuales han tenido a su cargo la intervención en cerca de 200 acciones.
Desde el primer encuentro en Porto Alegre en el 2001, el Foro ha sido un espacio de discusión y análisis indiscutible. Los triunfos de las fuerzas progresistas en América Latina han abierto agendas de trabajo para los movimientos sociales.
VI Foro Social Mundial en Caracas
Presidente Chávez propone un Frente Anti-imperialista Internacional con todos los pueblos del mundo 2006/1/26 No dia 6 de maio de 2005, Audioslave apresentou um concerto ao vivo na Praça da Revolução, em Havana, Cuba, com a presença de mais de 60 mil fãs.
O evento repercutiu nos mais importantes meios de comunicação mundiais, por se tratar da primeira vez que uma banda de rock norte-americana se apresentou na ilha depois do embargo dos Estados Unidos a Cuba representado no DVD «Live in Cuba».
2006/1/25 DISCURSO DE FIDEL CASTRO NA MARCHA DE ONTEMQueridos compatriotas:
No início da marcha face à pérfida e provocadora Repartição de Interesses do império, desejo reiterar o que disse no domingo ao findar minhas palavras ao heróico povo de nossa querida pátria, ao nobre povo dos Estados Unidos e à opinião pública mundial. O governo dos Estados Unidos procura decididamente os seguintes objectivos:
Primeiro: Libertar o terrorista Luís Posada Carriles, a quem as autoridades desse país, incluído o pai do actual presidente, treinaram e utilizaram para realizar crimes monstruosos contra o povo de Cuba. Este sujeito repugnante foi recrutado e treinado desde 1961 para cumprir missões especiais na invasão mercenária da Baía dos Porcos; treinado ulteriormente para realizar repugnantes actos terroristas contra Cuba, para o qual foi preparado com esmero junto a Orlando Bosch, amnistiado por Bush pai quando era presidente; instruído para participar na Operação Condor, organização internacional terrorista que realizou odiosos crimes contra personalidades latino-americanas; organizador e autor intelectual da sabotagem e da explosão em pleno voo da nave da Cubana de Aviação, onde morreram 73 pessoas, em 6 de Outubro de 1976 em Barbados; libertado pela CIA do cárcere da Venezuela, em 18 de Agosto de 1985; ligado de imediato à guerra suja contra a Nicarágua, fornecendo armas a El Salvador e trasladando drogas aos Estados Unidos nos mesmos aviões que traziam as armas.
Luis Posada Carriles sempre esteve estreitamente ligado aos órgãos da inteligência dos Estados Unidos e foi financiado por diversos governos desse país, e utilizado através da chamada Fundação Cubano-Americana, durante mais de quatro décadas, tentando assassinar o chefe de Estado cubano. Foi libertado por gestões do actual presidente dos Estados Unidos, através do indulto assinado pela presidenta do Panamá, Mireya Moscoso, em 26 de Agosto de 2004. Levado sob protecção do governo dos Estados Unidos a um país centro-americano, foi autorizado a entrar clandestinamente em território norte-americano, o que fez entre 18 e 20 de Março de 2005, no iate “Santrina”, conduzido pelo conotado terrorista Santiago Álvarez, hoje também estranhamente preso por tráfico de armas e por gravíssimas violações das leis de segurança dos Estados Unidos. Ninguém no mundo poderá negar estas verdades.
Segundo: O actual Governo dos Estados Unidos fracassou totalmente em seus planos de isolar e de asfixiar economicamente Cuba; não admite seu fracasso e desespera-se perigosamente.
Terceiro: O governo dos Estados Unidos fez todo o possível para satisfazer os desejos da máfia terrorista cubano-americana, que fez com que o presidente Geroge W. Bush, através da fraude na Flórida, ganhasse a disputada presidência desse país.
Quarto: O presidente Bush e seu governo comprometeram-se com o macabro plano de transição para Cuba, uma grosseira ingerência na soberania de nosso país, que o levaria a séculos de atraso.
Quinto: O governo dos Estados Unidos adoptou todas as medidas para privar Cuba de receitas absolutamente legítimas, obstaculizando todo envio de remessas em dinheiro, apelando inclusive ao inumano procedimento de proibir ou dificultar ao máximo aos residentes dessa origem nos Estados Unidos suas visitas a familiares cubanos.
Sexto: O governo dos Estados Unidos pressionado pela máfia cubano-americana propõe-se entre seus primeiros passos violar abertamente o Acordo Migratório com Cuba.
Sétimo: O governo dos Estados Unidos procura pretextos para impedir, custe o que custar, a venda de produtos agrícolas a Cuba, que se realiza em volumes crescentes sem que nosso país tenha deixado de pagar pontualmente um centavo só durante cinco anos, algo que não considerava possível para uma nação agredida e bloqueada.
Oitavo: O governo dos Estados Unidos, inconformado com a decisão adoptada pelo presidente Carter, em 30 de Maio de 1977, propõe-se forçar uma ruptura das actuais relações diplomáticas mínimas com Cuba. As grosseiras provocações que se realizam da sua Repartição de Interesses de Havana, não têm nem podem ter outro propósito.
O governo do presidente Bush sabe muito bem que nenhum governo do mundo pode aceitar tão perverso ultraje à sua dignidade e soberania. Como o governo de Cuba não pode ter a menor dúvida sobre esse propósito, aplicará as medidas necessárias para responder a essas provocações e, embora sua mais firme disposição foi e é a de cumprir cabalmente seus compromissos com os agricultores e fornecedores de alimentos dos Estados Unidos, que actuaram com seriedade e eficiência no cumprimento de seus acordos, enquanto o governo dos Estados Unidos não o proibir, adoptará as medidas adequadas para impedir as consequências dessa fraudulenta acção do actual governo dos Estados Unidos, de tal maneira que a abrupta interrupção dos fornecimentos de alimentos que Cuba adquire nos Estados Unidos não afecte nosso povo.
![]() A conduta e as acções de resposta de Cuba face às provocações do império serão absolutamente pacíficas, mas bateremos com toda a força da nossa moral o insulto e estaremos dispostos a responder com todas as armas e derramar até a última gota de sangue para rejeitar qualquer agressão bélica do império revolto e brutal que nos ameaça. Ninguém esqueça um instante aquela grandiosa promessa do Titão de Bronze: “Quem tentar apropriar-se de Cuba recolherá o pó do seu solo alagado em sangue, se não perecer na luta”. Observarei esta marcha junto aos corajosos pioneiros e estudantes que desde a Tribuna Anti imperialista alentam ao nosso valente e combativo povo, que marchará hoje perante essa pérfida e provocadora Repartição de Interesses, da mesma maneira que marchará ao combate contra qualquer agressor.
Pátria ou Morte!
Venceremos! 2006/1/24 PARA PENSAR...A propósito de uma marcha de oposição a Chavez ocorrida no domingo, convocada por 23 partidos e organizações e que reuniu cerca de 10.000 manifestantes, a RÁDIO RENASCENÇA Emissora Católica Portuguesa escreveu no seu site:
"Ainda assim, Hugo Chavez mantém a sua popularidade - à medida que gasta milhões de dólares provenientes das receitas petrolíferas em programas sociais de ajuda aos mais pobres."
Realmente, é muito dinheiro gasto...devia antes investi-lo
...talvez na Igreja! 2006/1/21 VIII FESTIVAL DEL HABANO
2006/1/8 ANGELA MERKEL QUER FIM DE GUANTANAMOA chanceler alemã Angela Merkel criticou a existência do campo de prisioneiros de Guantanamo e defendeu o encerramento, em declarações ao jornal Der Spiegel divulgadas hoje, poucos dias antes da primeira visita oficial aos Estados Unidos da América. "Uma instituição como Guantanamo não pode nem deve existir assim, é preciso encontrar outras formas de lidar com prisioneiros", disse a chefe do governo alemão ao semanário Der Spiegel. Merkel anunciou que irá abordar este tema no seu encontro com o presidente norte-americano George W. Bush, na próxima sexta-feira, em Washington. 2006/1/1
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